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babaum
03 July 2007 @ 11:27 am
Por trinta segundos, ontem, não estive em uma linha de fogo cruzado - literalmente. Voltando para casa, por volta das 18:30, me deparei há uns 15 metros adiante, vi um carro forte parado sobre a calçada, na frente de uma agência do Unibanco. No mesmo campo de visão, um gari se aproximava do blindado. Quando vi ele colocar o braço no latão de lixo e tirar dele uma pistola automática, imediatamente me joguei contra a parede de uma relojoaria, procurando cobertura atrás da coluna na divisão com a próxima loja. No mesmo instante, cerca de meia dúzia de patetas ao redor do carro forte abriram fogo com suas escopetas, para todo lado. Foi parecido com o início de um "importante" jogo de futebol. Arrisquei espiar a cena algumas vezes, o suficiente para testemunhar o despreparo absurdo de cada um deles. O que estava mais à vista para mim, engatilhava a escopeta e disparava para cima, quando os alvos estariam há cerca de 5 metros de distância à sua frente. Resultado - vários homens abrindo fogo com escopetas "contra" os agressores, 7 vítimas sendo 6 feridos e uma morte, mulher de 22 anos, estudante e trabalhadora. Estava prestes a depositar o pagamento por trabalhar de domingo a domingo em uma loja de shopping. Nenhum assaltante preso ou ferido. Um deles eu vi fugir a pé. Em minutos, dezenas de policiais estavam ao redor da cena. Nenhum pôs perseguição aos fugitivos. Nenhum carro sequer partiu "apressado" - com excessão da ambulância.

"Lamentamos informar que sua filha foi morta agora há pouco na linha de fogo entre assaltantes e nossos vigias retardados. Mas veja o lado bom - não levaram a grana!" - deve ter sido a ligação que o pai da vítima recebeu. Isso, se os covardes tiveram tempo e o mínimo de dignidade para trocar suas cuecas e tomar uma atitude (ao menos uma!) de homem.

As questões mais complicadas para mim são - quantas pessoas não dariam tudo o que têm de material em troca da vida de qualquer vítima que fosse ali? Quantos não teriam muito a perder, muito a deixar para trás morrendo naquela cena? Para quantas pessoas a vida da jovem que morreu NÃO TEM PREÇO? E o que fez com que um bando de débeis reagisse ao assalto da forma irresponsável como reagiram? ATÉ ONDE PODE CHEGAR A ESTUPIDEZ HUMANA POR DINHEIRO?

Depois do que vi, só posso acreditar que não há limite... e isso é deprimente. A qualquer momento minha vida pode valer alguns trocados para um ladrão ou um "policial". A vida de qualquer pessoa. De que vale o esforço e a contribuição de cada um para manter uma "sociedade", se a capacidade de vida civilizada dos humanos à nossa volta está se perdendo? De que vale ser fiel a um conjunto de normas, se a cada minuto algum infiel às mesmas pode surgir para privá-lo do direito mais básico da vida - a DIGNIDADE. É como jogar cartas contra um adversário que tem um baralho inteiro escondido na manga. É inútil.
 
 
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babaum
06 May 2007 @ 01:31 pm
A cada dia que passa, aprendo mais sobre o meu país. Ontem, fiquei sabendo da história de um homem que ficou 38 anos preso por assalto a banco. Crime "hediondo", no meu país.
O pobre homem, após 38 anos na penitenciária, aprendeu uma coisa ou outra. Escreveu sua própria defesa para o tribunal superior federal. Para quem não sabe, aqui no meu país, o tribunal julga casos importantes com a votação de 6 juízes. Casos menos importantes, com 3. O caso do encarcerado é simples: a pena máxima no Brasil é de 30 anos, não importa se o culpado foi responsável pelo roubo de um banco ou um genocídio de bebês na maternidade utilizando um abridor de garrafa. O homem, cumprindo seu trigésimo oitavo ano de pena, estaria portanto oito anos além do que deveria, privado de sua liberdade.
A carta de defesa do infeliz chegou ao tribunal, pedindo para que ele fosse liberado pelos motivos já explicados. Dois juízes foram a favor. O "principal", entretanto, foi contra... sim, há um "principal". O voto dele vale por dois, ou algo do gênero. Ele alegou que, sendo o homem um "desqualificado", não poderia sequer ter encaminhado aquela carta ao tribunal, portanto permaneceria preso. O juiz "principal" era, na ocasião, Paulo Medina. Pelo poder conferido a ele, naquele momento, declarou a todos os brasileiros que, quem não tem dinheiro, é um desqualificado. Não tem direito à justiça. Afinal, o que são 8 anos na cadeia, para quem jamais será privado de sua liberdade?
Há pouco tempo atrás, o Medina... sim, aquele mesmo, que virou Ministro do STF (Superior Tribunal Federal), passou a ser acusado de, entre muitas outras coisas, envolvimento com uma máfia de jogos e negociação de sentenças. No momento, existem duas possibilidades para o destino dele: ser declarado CULPADO pelas acusações e, graças às leis que o próprio poder legislativo e judiciário prepararam, ser FORÇADO a se aposentar, com seu salário integral de ~R$ 24.000,00. A outra alternativa é ser inocentado por outros colegas sujos e continuar fazendo o que sempre fez. Afinal, se não for condenado agora, por que seria?
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14 January 2007 @ 08:19 pm
Bem, quem quiser destilar o seu ódio contra a minha pessoa, sinta-se livre para comentar o que quiser. Utilizei o Internet Explorer 7 durante 4 dias. Mas por favor mantenham a calma, pois já voltei ao Firefox.

A Microsoft perdeu mais um ponto comigo, mais um daqueles casos que jamais chegarão à preocupação dos leigos mas perturbam muito usuários como eu e, provavelmente, a todos os leitores deste blog.

Estava eu lendo meus emails (gmail), dando uma geral em minhas páginas de notícias sobre os mais variados assuntos... quando o IE7 explodiu e, pode-se dizer em um contexto virtual, literalmente :)

Entrei em um site indexador de torrents, o www.mininova.org, que conta com tabelas geradas dinamicamente contendo links e informações básicas de cada torrent. Notei que, passando o mouse sobre os links (linhas da tabela), as linhas eram destacadas cada vez mais lentamente, o que começou a causar uma degradação na performance do sistema. Rapidamente pressionei "ctrl-alt-del" para tentar pegar o culpado por aquela aberração e me deparei com o IE7 consumindo cada vez mais memória ram, estando naquele momento apropriado de aproximadamente 640 MB. Segundos depois, fui presenteado com a triste mensagem do Windows me informando que estaria redimensionando a memória virtual, pois precisava de MAIS... MAIS... 8o|

Meu sistema foi salvo de um reset à força pelo comando taskkill, que conseguiu eliminar o Leviatã antes que ele requisitasse 1 TB de memória para a minha pobre máquina.

Não que o fato isolado seja um motivo para condenar o IE7... mas o ocorrido subitamente removeu minha (pouca) confiança adquirida no software na semana empreendida em testes do mesmo. Cogitei utilizá-lo como browser padrão por alguns dias. Boa sorte para quem quiser tentar... a propósito, o que me levou a desconsiderar totalmente o IE7 foi o fato de que as "novas" tabs dele são um componente .NET, assim como quase tudo o que se vê na tela quando ele é executado. O Firefox, utilizando um framework dentro de outro framework para suporte a diversas plataformas, tem uma performance melhor no final das contas. Podemos ter através dele uma prévia do que é o Windows Vista e novos produtos da MS chegando ao mercado. Mas isso é tema para outro post...
 
 
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04 January 2007 @ 12:42 am
Ei, eu não desisti do blog. Estava em férias forçadas (coletivas), cozinhando em um apartamento na cidade. Mal podia ligar o computador, devido ao calor absurdo (e ao fato de ainda não ter um condicionador de ar).

Mas enfim, as férias me trouxeram de volta algo mágico - por mais clichê que essa frase esteja se tornando por aí. Ganhei um livro no natal, "Atlantis". A história é muito legal, mas sou suspeito para falar, pois gosto muito de Arqueologia E o mistério de Atlântida, mas o fato que motivou este post foi o que o ato da leitura em si me trouxe de volta.

Acho que passei mais de cinco anos sem ler um livro sequer até o final, até as últimas duas semanas. Ler aquele livro parece ter aberto uma porta velha e enferrujada na minha mente, que mantinha encarcerado quase todo o potencial da minha imaginação. Subitamente todo aquele mundo frio de lógica e vício em computador deu lugar à pura vontade de ler mais, criar mais... escrever mais. Nunca mais vou parar de ler.

O resultado disso é que hoje, em homenagem ao amigo [info]slowbr, fui à livraria Cultura e comprei 3 livros que sempre sonhei em encontrar em suas versões em inglês - e finalmente encontrei. As principais obras de Tolkien, "The Lord of The Rings", "The Hobbit" e "The Silmarillion". Todos eles, claro, por um preço muito baixo, principalmente se tens à mão um cartão de crédito! ;)

Como o slow já dizia, devo evitar voltar à livraria com aquele cartão no bolso...
 
 
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10 December 2006 @ 08:54 pm
    Bom, agora sim acho que estou de volta. As coisas se acalmaram, as baratas definitvamente perderam a guerra, estou na última semana de aula - por bem ou por mal, apenas 3 provas... e a contagem regressiva começou, para minhas férias forçadas (coletivas, para a empresa em que trabalho) que começam dia 22 e se estendem até dia 2/1/2007. Estarei EM CASA no período... e só um evento cósmico mudaria isso!
   
   
 
 
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babaum
19 November 2006 @ 09:21 pm
Quase deixo escapar uma lágrima de pensar que terminou... finalmente a mudança terminou. Ainda tenho que lidar com alguma burocracia para me desvincular daquela maldita imobiliária administradora do muquifo em que eu morava anteriormente, mas isso não é nada comparado ao stress da mudança. Por sinal, a imobiliária se chama "Condor Haim". Mantenha distância. Aqui estou eu com meu computador pronto pro verão - hoje fiz o ritual da estação, de desmontar todo ele e substituir as pastas térmicas da CPU e GPU, que estava seca.

Ah, as baratas. Meu último problema com a mudança foi uma infestação de baratas. Na verdade, na noite em que escrevi o último post, logo após desligar o computador, matei três baratas antes de dormir. No dia seguinte, minha esposa voltou para casa depois de passar a noite cuidando da Lola, a cadelinha que estava (está quase recuperada) doente, matei mais seis baratas. E desistimos de ficar no apartamento. Para a minha felicidade, apesar das baratas poderem sobreviver a um mundo pós-guerra nuclear, elas não tem a menor chance contra nós em uma guerra biológica... :-)

Ahhh... paz. :-)
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babaum
15 November 2006 @ 12:39 am
Eis que terminei nessas navegadas pela web cruzando com ESTE TRAILER. Isso que o seu cérebro está tentando se recusar a entender, leitor, se trata de um documentário sobre uma nova onda lançada no país mais querido do planeta, a nação dos heróis da liberdade. Nos ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, temos agora "summer camps", ou acampamentos de verão para RECRUTAMENTO de crianças em uma espécie de exército cristão. Com exército, quero dizer milhares de americanos estúpidos fanáticos por uma religião estúpida e contraditória "preparados" para futuros confrontos contra os "terroristas". Para pensar e também explicando a imagem que utilizei nesse breve post: Saddam Hussein foi há pouco julgado e condenado à forca. Em seu julgamento inundado pela farsa da mídia e do governo dos EUA, o homem levantou o dedo para todo o mundo apontando toda a porcaria em constante disseminação proveniente daquela cultura imperialista e muito mais fanática que qualquer outra no mundo. Eles conseguiram ocultar bem tudo o que ele disse. E nós abaixamos as orelhas.
 
 
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babaum
15 November 2006 @ 12:02 am
Como podem ver, estou de volta à internet, em casa :)

Como alguns leitores podem não saber, vou atualizá-los com a pequena e cruel história da minha mudança. Recentemente, dei entrada com papéis em uma imobiliária que estava oferecendo um apartamento de dois dormitórios pelo mesmo preço que estava pagando pela porcaria onde morava e, felizmente, eles aceitaram meus documentos e me alugaram o apartamento sem qualquer custo de seguro ou outras barbaridades criadas atualmente para roubar dinheiro daqueles que tem pouco.

Tendo em vista que tenho "apenas" 30 dias para entregar o imóvel anterior e, sobretudo, que terei que PAGAR estes 30 dias mesmo sem utilizar aquele imóvel, fiz questão de iniciar a mudança no dia seguinte à assinatura do contrato. Eis que, em meio à mudança no dia seguinte, minha esposa me liga para avisar que a cadela daschund de estimação dela estava com uma doença grave e ela teria que ir para a casa da minha sogra para tomar as providências necessárias e tentar salvar a cadelinha. Fiquei sozinho na mudança.

Com a ajuda do motorista do caminhão que contratei para o transporte dos móveis que não caberiam no carro, fiz o possível para concluir tudo na mesma manhã. Consegui, por volta das 14:00h ao custo de um estiramento muscular no bíceps esquerdo. Refrigeradores são pesados x[
Faltava toda a tralha que supostamente caberia no carro. Em umas 10 ou 15 viagens.

Ainda não terminei as 10 ou 15 viagens, que já se transformaram em 16, sem praticamente nenhuma ajuda. Resolvi encarar isso sozinho, quando percebi que minha esposa entrou em colapso emocional ao perceber que poderia perder a Lola.

Uma coisa deu certo: marquei com o pessoal da TV a cabo uma instalação/troca de endereço para segunda-feira no turno da manhã e eles apareceram as 9:00. Milagres acontecem.
 
 
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05 November 2006 @ 08:30 pm

O "julgamento" de Saddam Hussein foi algo quase à altura de um programa do Bozo. A diferença é que o Bozo não tentava denegrir um dos princípios básicos da Filosofia, de que não existe a verdade absoluta.

Recapitulando... o povo iraquiano era vítima de um ditador cruel e sanguinário. O exército dos Estados Unidos, nação muito descontente com a realidade do Iraque, invade aquele país, bombardeando principalmente sua capital, matando milhares de pessoas (civis) inocentes, traumatizando a vida de crianças de extrema "sorte" que sobreviveram deixando para trás pernas e braços ou sua própria identidade para se tornarem terroristas e, para fechar com chave de ouro, substitui os trabalhadores iraquianos nos poços de petróleo por trabalhadores de empresas norte-americanas (!!!). É fascinante observar que, no ano de 2006, a humanidade possa testemunhar tal palhaçada de proporções astronômicas... completamente silenciosa.

Tão patético quanto o julgamento de Saddam é o fato de o mesmo ter sido condenado por UMA "carnificina" enquanto do outro lado temos o presidente da nação criadora dos heróis da liberdade, responsável por carnificinas em várias ordens de grandeza maiores do que os atos criminosos réu. Mais patética ainda é a rede CNN, exibindo a "comemoração" (esta era a manchete) dos Iraquianos em praça pública - com cerca de 20 pessoas aparecendo no vídeo e, após veredito, exibindo o "protesto" (a nova manchete) contra o resultado, desta vez mostrando centenas de pessoas nas ruas. Fico imaginando como um ditador cruel e sanguinário obtém mais fãs do que inimigos em seu próprio país, visto que o mesmo definitivamente não é dono de grande eloquência  como Hitler. Só resta atribuir sua popularidade a seus atos de carnificina.



 
 
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03 November 2006 @ 01:32 pm

O poder do dinheiro na transformação da arte em algo banal e apodrecido é algo, para dizer o mínimo, incrível. Estive observando o mercado de jogos, como fiz há um tempo com o cinema de Hollywood... jogos (videogames, computadores, etc) se tornaram uma fonte de riqueza aparentemente inesgotável baseados em um ciclo de idiotização que já está vindo "pré-instalado" no cérebro de crianças e adolescentes desta época.

Não quero escolher um Cristo para crucificar, mas vou tomar como exemplo a Electronic Arts. A "EA" é atualmente um "bicho-papão" do mercado, absorvendo qualquer independente que se atreva a lançar um título inovador demonstrando algum talento. A fórmula é infalível - façamos deste título inovador um "boom" do estilo que for, compramos a empresa que o criou e destruímos a franquia lançando 10 sequências, uma pior do que a outra, criadas pelos nossos programadores e artistas mantidos em regime de escravidão mascarado. A criançada vai adorar. E lá se vão os pais comprar os "FIFA" e os "Need For Speed" para manter seus filhos entorpecidos com aquela porcaria digital.

Acho que o exemplo mais clássico do "trabalho" da EA é um de seus lançamentos: "Command & Conquer: First Decade". Trata-se de um DVD contendo quase todos os jogos da franquia Command & Conquer, por um preço relativamente acessível. Do que se trata realmente? Uma pilha de jogos literalmente atrolhando um disco sem trabalho algum em controle de qualidade ou qualquer tipo de preocupação com o consumidor final. Para que se tenha uma idéia, os jogos não estão em sua versão final no pacote, com todos os patches e correções necessárias já liberadas pelos desenvolvedores até hoje e, além disso, muitos consumidores não conseguiram atualizá-los. Espetáculo, EA. Saiba mais sobre esta companhia seguindo este link.

Mas como falei anteriormente, não vou concentrar todo o meu ódio em apenas uma empresa, pois existem outras no mercado com a mesma filosofia (a maior de que tenho lembrança sendo a Take Two Interactive.

Continua...

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02 November 2006 @ 01:38 am
A propósito, estou usando um pequeno (notável) software que encontrei na página de download do LiveJournal, o "Semagic". Muito prático para utilizar qualquer função do blog, usando ele consegui deletar todos os entries anteriores em menos de um minuto.
 
 
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02 November 2006 @ 01:13 am

Sim, estou reiniciando o blog mais uma vez. E desta vez é a última. Eu juro que, se desta vez eu não conseguir ter paciência para atualizá-lo com frequência, vou acabar com essa história de uma vez por todas... por enquanto, não é essa a idéia.

Espero que nenhuma das poucas pessoas que lêem o que escrevo aqui não fiquem tristes com mais um reset no blog, bem como com a mudança de idioma (definitivamente).

Pensei em mudar de idioma porque, atualmente, tenho escrito mais documentação e emails em inglês do que em português. Não quero perder a capacidade de escrever decentemente em meu idioma nativo, por isso cheguei à esta decisão.

Por enquanto é isso, agradeço a compreensão de todos :)

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